related_results_labels({"version":"1.0","encoding":"UTF-8","feed":{"xmlns":"http://www.w3.org/2005/Atom","xmlns$openSearch":"http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/","xmlns$georss":"http://www.georss.org/georss","id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-6224173475936304427"},"updated":{"$t":"2009-12-04T18:30:50.848-02:00"},"title":{"type":"text","$t":"Berimblog"},"subtitle":{"type":"html","$t":"O blog d@s capoeiristas"},"link":[{"rel":"http://schemas.google.com/g/2005#feed","type":"application/atom+xml","href":"http://www.berimblog.com.br/feeds/posts/default"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/-/Universidades?alt\u003djson-in-script\u0026max-results\u003d5"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/search/label/Universidades"},{"rel":"hub","href":"http://pubsubhubbub.appspot.com/"}],"author":[{"name":{"$t":"Liga de Capoeira do Estado do RJ"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/07459962295624090693"},"email":{"$t":"ligadecapoeiradorj@gmail.com"}}],"generator":{"version":"7.00","uri":"http://www.blogger.com","$t":"Blogger"},"openSearch$totalResults":{"$t":"5"},"openSearch$startIndex":{"$t":"1"},"openSearch$itemsPerPage":{"$t":"5"},"entry":[{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-6224173475936304427.post-1407577162254154878"},"published":{"$t":"2009-07-17T21:38:00.003-03:00"},"updated":{"$t":"2009-07-17T21:47:39.331-03:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"ações afirmativas"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"edcuação"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Racismo"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Universidades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Diversidade"}],"title":{"type":"text","$t":"Professor Kabengele Munanga rebate \"Monstros tristonhos\""},"content":{"type":"html","$t":"\u003cp align\u003d\"center\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-family:'Segoe UI';\" \u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana;\"\u003eDada a importância deste assunto, estamos disponibilizando para os (as) nossos (as) leitores (as) carta escrita pelo professor Kabengele em resposta a texto publicado no Jornal O Estado de São Paulão\u003c/span\u003e\u003c/strong\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp align\u003d\"center\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-family:'Segoe UI';\" \u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003c/span\u003e\u003c/strong\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp align\u003d\"center\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-family:'Segoe UI';\" \u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana;\"\u003eManifestação do professor Kabengele Munanga acerca da matéria  “Monstros tristonhos” publicada no jornal O Estado de S. Paulo de 14 maio de  2009\u003c/span\u003e\u003c/strong\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp align\u003d\"center\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-family:'Segoe UI';\" \u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003c/span\u003e\u003c/strong\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e \u003cp style\u003d\"text-align: right;\" align\u003d\"right\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-family:Verdana;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-family:'Segoe UI';\" \u003e \u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-family:'Segoe UI';font-size:10pt;\"  \u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e \u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eEm matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo de 14 maio de  2009 (\u003ca be5283f33ac56dc\u003d\"true\" href\u003d\"http://arquivoetc/\" rel\u003d\"nofollow\" target\u003d\"_blank\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color:blue;\"\u003ehttp://arquivoetc\u003c/span\u003e\u003c/a\u003e\u003cdiv style\u003d\"display: inline; cursor: pointer; padding-right: 16px; width: 16px; height: 16px;\" f1264c7fd4b6c8ce221\u003d\"arquivoetc\"\u003e.blogspot. com/2009/ 05/demetrio- magnoli-monstros -tristonhos.  html), intitulada “Monstros tristonhos”, o geógrafo Demétrio Magnoli critica e  acusa agressivamente as Universidades Federais de Santa Maria (UFSM) e de São  Carlos (UFSCAR) e também a mim, Kabengele Munanga, Professor do Departamento de  Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da  Universidade de São Paulo.\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/div\u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv face\u003d\"arial\" style\u003d\"text-align: justify;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eAs duas  universidades são criticadas e acusadas por terem, segundo o geógrafo, criado  ”tribunais raciais” que rejeitam as matrículas de jovens mestiços que optam  pelas cotas raciais. No caso da Universidade Federal de Santa Maria, trata-se  apenas de Tatiana de Oliveira, cuja matrícula foi cancelada menos de um mês após  o início do curso de Pedagogia.. No caso da Universidade Federal de São Carlos,  trata-se do estudante Juan Felipe Gomes. O acusador acrescenta que um quarto dos  candidatos aprovados na UFSCAR pelo sistema de cotas raciais neste ano de 2009  teve sua matrícula cancelada pelo “tribunal racial” dessa  universidade.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e  \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eA  questão que se põe é saber se além desses estudantes, cujas matrículas foram  canceladas, outros alunos mestiços ingressaram em cerca de 70 universidades  públicas que aderiram à política de cotas. Se a resposta for afirmativa, os que  tiveram sua matrícula cancelada constituem casos raros ou excepcionais que  mereceriam a atenção não apenas de Demétrio Magnoli, mas também de todas as  pessoas que defendem a justiça e a igualdade de tratamento.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eMas por  que esses casos raros, que constituem uma exceção e não a regra, foram  “injustiçados” pelas comissões de controle formadas nessas universidades para  evitar fraudes, comissões que o sociólogo Demétrio rotula de “tribunais  raciais”? Por que só eles? Por que não ocorreu o mesmo com os outros mestiços  aprovados? Houve realmente injustiça racial ou erro humano na avaliação da  identidade física dessas pessoas que foram simplesmente consideradas brancas e  não mestiças apesar de sua autodeclaração? Os erros humanos, quando são  detectados, devem ser corrigidos pelos próprios humanos, como o foi no caso dos  estudantes gêmeos da UnB. As injustiças, flagrantes ou não, devem ser apuradas e  julgadas pela própria justiça que, num estado democrático de direito como o  Brasil, deverá prevalecer. Acho que os estudantes Tatiana de Oliveira e Juan  Felipe Gomes, e tantos outros que o sociólogo menciona sem entretanto nomeá-los,  devem procurar um advogado para defender seus direitos se estes tiverem sido  efetivamente violados pelos chamados “tribunais raciais”. Entendo que o geógrafo  Demétrio tenha pena deles, considerando a sua sensibilidade humana.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eSe  realmente houve erro humano na verificação da identidade desses estudantes, a  explicação não está na citação intencionalmente deturpada de algumas linhas  extraídas de um texto introdutório de três páginas ao livro de Eneida de Almeida  dos Reis, intitulado\u003cb\u003e MULATO: negro-não-negro e/ou branco-não-branco,\u003c/b\u003e  publicado pela Editora Altara, na Coleção Identidades, São Paulo, em 2002.\u003cbr /\u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eVeja  como é interessante a estratégia de ataque do geógrafo Demétrio Magnoli. Ele  escondeu de seus leitores o título do livro de Eneida de Almeida dos Reis, assim  como a casa editora e a data de sua publicação para evitar que possíveis  interessados pudessem ter acesso à obra para averiguar direta e pessoalmente o  fundamento das acusações. De fato, ele não disse absolutamente nada sobre o  conteúdo desse livro, e passa a impressão de ter lido apenas vinte linhas do  total de três páginas da introdução, a partir das quais constrói seu ensaio e  sua acusação. Com sua inteligência genuína, acho que ele poderia ter feito uma  pequena síntese desse livro para seus leitores; se ele o tivesse mesmo lido,  entenderia que nada inventei sobre a ambivalência genética do mestiço que não  estivesse presente no próprio título da obra “Mulato: negro-não-negro e/ou  branco-não-branco”. Desde quando a palavra ambivalência é sinônimo de “monstro  tristonho”? Estamos assistindo à invenção, pelo geógrafo, de novos verbetes dos  dicionários da língua portuguesa?\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eO livro  de Eneida de Almeida dos Reis resultou de uma pesquisa para dissertação de  mestrado defendida na PUC de São Paulo sob a orientação de Antonio da Costa  Ciampa, Professor do Programa de Estudos Pós-graduados em Psicologia da PUC São  Paulo. Ele foi convidado a fazer a apresentação do livro, na qualidade de  professor orientador, e eu para escrever a introdução, na qualidade de  ex-professor na disciplina “Teorias sobre o racismo e discursos antirracistas”,  ministrada no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP. O livro  se debruça sobre as peripécias e dificuldades vividas pelos indivíduos mestiços  de brancos e negros, pejorativamente chamados mulatos, no processo de construção  de sua identidade coletiva e individual, a partir de um estudo de caso clínico.  É uma pena que nosso crítico acusador não tenha tido a coragem de apresentar a  seus leitores o verdadeiro conteúdo desse livro, resultado de uma meticulosa  pesquisa acadêmica, e não da minha fabulação.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e Para  entender porque essas pessoas mestiças foram consideradas brancas, apesar de  terem declarado sua afrodescendência, é preciso voltar ao clássico “Tanto preto  quanto branco: estudos de relações raciais”, de Oracy Nogueira (São Paulo: T.A.  Queiroz, 1985). Se o geógrafo Demétrio tivesse lido esse livro, acredito que  teria entendido porque as pessoas brancas que possuem algumas gotas de sangue  africano são consideradas pura e simplesmente negras nos Estados Unidos – apesar  de exibirem uma fenotipia branca – e brancas no Brasil. Ensina Nogueira que a  classificação racial brasileira é de marca ou de aparência, contrariamente à  classificação anglo-saxônica que é de origem e se baseia na “pureza” do sangue.  Do ponto de vista norteamericano, todos os brasileiros seriam, de acordo com as  pesquisas do geneticista Sergio Danilo Pena, considerados negros ou ameríndios,  pois todos possuem, em porcentagens variadas, marcadores genéticos africanos e  ameríndios, além de europeus, sem dúvida. Quando essas pessoas fenotipicamente  brancas e geneticamente mestiças se consideram ou são consideradas brancas no  decorrer de suas vidas e assumem, repentinamente, a identidade afrodescendente  para se beneficiar da política das cotas raciais, as suspeitas de fraude podem  surgir. Creio que foi o que aconteceu com os alunos cujas matrículas foram  canceladas na UFSM e na UFSCAR. Se não houver essa vigilância mínima, seria  melhor não implementar a política de cotas raciais, porque qualquer brasileiro  pode se declarar afrodescendente, partindo do pressuposto de que a África é o  berço da humanidade.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e\u003cbr /\u003e\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e  \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eLembremo-nos  de que no início dos debates sobre as cotas colocava-se a dificuldade de definir  quem é negro no Brasil por causa da mestiçagem. Falsa dificuldade, porque a  própria existência da discriminação racial antinegro é prova de que não é  impossível identificá-lo. \u003cstrong\u003eSenão, o policial de Guarulhos não teria  assassinado o jovem dentista identificado como negro pelo cidadão branco  assaltado, e os zeladores de todos os prédios do Brasil não teriam facilidade  para orientar os visitantes negros a usar os elevadores de serviço. Por sua vez,  as raras mulheres negras moradoras dos bairros de classe média não seriam  constantemente convidadas pelas mulheres brancas, quando se encontram nos  elevadores, para trabalhar como domésticas em suas casas.\u003c/strong\u003e Existem casos  duvidosos, como o dos alunos em questão, que mereceriam uma atenção desdobrada  para não se cometer erros humanos, mas não houve dúvidas sobre a identidade da  maioria dos estudantes negros e mestiços que ingressaram na universidade através  das cotas.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eBem, o  geógrafo Demétrio Magnoli leva ao extremo a acusação a mim dirigida quando me  considera um dos “\u003cb\u003eícones do projeto da racialização oficial do Brasil”.  \u003c/b\u003eGrave acusação! Infelizmente, ele não deu nomes a outros ícones. Nomeou  apenas um deles, cuja obra não leu, ou melhor, demonstra não ter lido. Mas por  que só o meu nome mencionado? Porque sou o mais fraco, pelo fato de ser  brasileiro naturalizado, ou o mais importante, por ter chegado ao ponto mais  alto da carreira acadêmica? Isso parece incomodá-lo bastante! Um negro que  chegou lá, ao topo da carreira acadêmica, numa das melhores universidades do  país, mas nem por isso esse negro deixou de ser solidário, pois milita  intelectualmente para que outros negros, índios e brancos pobres tenham as  mesmas oportunidades.\u003cbr /\u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eDe  acordo com as conclusões assinaladas no livro de Eneida de Almeida dos Reis,  muitos mestiços têm dificuldades para construir sua identidade por causa da  ambivalência (Mulato: negro-não-negro e/ou branco-não-branco) , dificuldades que  eles teriam superado se tivessem política e ideologicamente assumido uma de suas  heranças, ou seja, a sua negritude, que é o ponto nevrálgico de seu sofrimento  psicológico. Se o sociólogo acusador tivesse lido este livro e refletido  serenamente sobre suas conclusões, ele teria percebido que não alimento nenhum  projeto ou plano de ação para suprimir a mestiçagem no Brasil. Isto só pode ser  chamado de masturbação ideológica, e não de análise sociológica, nem geográfica!  \u003cstrong\u003eComo seria possível suprimir a mestiçagem, que é um fato fundamental da  história da humanidade, desafiando as leis da genética e a vontade dos homens e  das mulheres que sempre terão intercursos interraciais?\u003c/strong\u003e Nem o autor do  ensaio sobre as desigualdades das raças humanas, Arthur de Gobineau, chegou a  acreditar nessa possibilidade. Se as leis segregacionistas do Sistema Jim Crow  no Sul dos Estados Unidos e do Apartheid na África do Sul não conseguiram  fazê-lo, os ícones da racialização oficial do Brasil, entre os quais nosso  colega me situa, terão esse poder mágico e milagroso que ele lhes atribui?\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e  \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eEntrando  na vida privada, gostaria que o sociólogo soubesse que tenho um filho e uma neta  mestiços que não são monstros tristonhos como ele pensa, pois são educados para  assumir sua negritude e evitar assim os graves problemas psicológicos apontados  na obra de Eneida de Almeida Dos Reis, através da indefinida personagem Maria,  (ver p.39-100). Como se pode dizer que os mestiços são geneticamente  ambivalentes e que política e ideologicamente não podem permanecer nessa  ambivalência e ser por isso taxado de charlatão acadêmico? Creio que se trata  apenas de uma reflexão que decorre das conclusões do próprio livro e que de  \u003ci\u003eper si\u003c/i\u003e não constituiria nenhum charlatanismo. Não seria um contra-senso e  um grave insulto à USP que esse “charlatão acadêmico” tenha chegado ao topo da  carreira acadêmica? E que tenha orientado dezenas de doutores hoje professores  nas grandes universidades brasileiras, como a USP, UNICAMP, UNESP, UFMG, UFF,  UFRJ, Universidade Federal de Goiás, Universidade Federal de São Luiz do  Maranhão, Universidade Estadual de Londrina, Universidade Candido Mendes, PUC de  Campinas, etc. Creio que, salvo o geógrafo Demétrio, os que me conhecem através  de textos que escrevi, de minhas aulas e de minhas participações nos debates  sociais e intelectuais no país e no exterior, não me atribuiriam esse triste  retrato.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eDisse  ainda o geógrafo Demétrio que \u003ci\u003e“do ponto mais alto da carreira universitária,  o antropólogo professa a crença do racismo científico, velha de mais de um  século, na existência biológica de raças humanas, vestindo-a curiosamente numa  linguagem decalcada da ciência genética”.\u003c/i\u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eSinceramente, não entendo  como Demétrio conseguiu tirar tanta água das pedras. Das 20 linhas extraídas, de  maneira deturpada, de um texto de três páginas de introdução, ele conseguiu  dizer coisas horríveis, como se tivesse lido tudo que escrevi durante minha  trajetória intelectual sobre o racismo antinegro. A colonização da África,  contrariamente às demais colonizações conhecidas na história da humanidade, foi  justificada e legitimada por um \u003ci\u003ecorpus\u003c/i\u003e teórico-cientí fico baseado nas  idéias evolucionistas e racialistas produzidas na modernidade ocidental. Teria  algum sentido para mim, que milito contra o racismo, professar o racismo  científico para lutar contra o racismo à brasileira? Acho que nosso geógrafo  quer me transformar num demente que não sou. As pessoas que leram seu texto no  jornal O Estado de S. Paulo podem pensar que eu sou esse negro ex-colonizado que  professa as mesmas idéias do racismo científico que postulou a inferioridade e a  desumanidade dos africanos, incluída a dele mesmo. Como entender que meus alunos  de Pós-graduação, a quem ensino há vinte anos “As teorias sobre o racismo e  discursos antirracistas”, uma disciplina freqüentada por alunos da USP, de  outras universidades e outros estados, têm a coragem de ocupar um semestre  inteiro para escutar profissões de fé em favor do racismo  científico?\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eSe o  geógrafo Demétrio quer saber mais sobre mim, ingressei na Faculdade em 1964, aos  vinte e dois anos de idade. Tive aulas de Antropologia Física com um dos  melhores biólogos e geneticistas franceses, Jean Hiernaux. Uma das primeiras  coisas que ele me ensinou era que a raça não existe biologicamente. Através de  suas aulas, li François Jacob, Nobel de Fisiologia (1965) e um dos primeiros  franceses a decretar que a raça pura não existe biologicamente; e J.Ruffie,  Albert Jacquard e tantos outros geneticistas antirracistas dessa época.  Portanto, sei muito bem, e bem antes de Demétrio que o racismo não pode ter mais  sustentação científica com base na noção das raças superiores e inferiores, que  não existem biologicamente. Sei muito bem que o conteúdo da raça enquanto  construção é social e político. Ou seja, a realidade da raça é social e política  porque tivemos na história da humanidade povos e milhões de seres humanos que  foram mortos e dominados com justificativa nas pretensas diferenças biológicas.  Temos em nosso cotidiano, pessoas discriminadas em diversos setores da vida  nacional porque apresentam cor da pele diferente. Nosso sistema educativo é  eurocêntrico e nossos livros didáticos são repletos de preconceitos por causa  das diferenças. Não sou um novato que ingressou ontem na universidade  brasileira. No Brasil, fui introduzido ao pensamento racial nacional por grandes  mestres, como João Baptista Borges Pereira, que foi meu orientador no  doutoramento, Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Oracy Nogueira, entre outros.  Não sei onde estava Demétrio nessa época e em que ano ele descobriu que a raça  não existe. Acho um exagero querer me dar lição de moral sobre coisas que eu  conheço muito antes dele. Isto não quer dizer que ele não possa me ensinar temas  pertinentes à geografia, como por exemplo, o que se pode ler em seu livro sobre  a África do Sul – “Capitalismo e Apartheid”, publicado pela Editora Contexto,  São Paulo, 1998, que oferece algumas informações interessantes sobre a história  do sistema do apartheid. Esse livro faz parte da bibliografia recomendada na  disciplina ministrada na Graduação, não obstante algumas incorreções históricas  nele contidas.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e  \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e\u003cstrong\u003eUm  dos maiores problemas da nossa sociedade é o racismo, que, desde o fim do século  passado, é construído com base em essencializações sócio-culturais e históricas,  e não mais necessariamente com base na variante biológica ou na raça. Não se  luta contra o racismo apenas com retórica e leis repressivas, não somente com  políticas macrossociais ou universalistas, mas também, e, sobretudo, com  políticas focadas ou específicas em benefício das vítimas do racismo numa  sociedade onde este é ainda vivo. \u003c/strong\u003eÉ neste sentido que faço parte do  bloco dos intelectuais brancos e negros que defendem as políticas de ação  afirmativa e de cotas para o acesso ao ensino superior e universitário. Na  cabeça e no pensamento de Demétrio Magnoli, todos os que fazem parte desse bloco  querem racializar o Brasil, e isso faz parte de um projeto e de um plano de  ação. Que loucura!\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e  \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e\u003cstrong\u003eDefendemos  as cotas em busca da igualdade entre todos os brasileiros, brancos, índios e  negros, como medidas corretivas às perdas acumuladas durante gerações e como  políticas de inclusão numa sociedade onde as práticas racistas cotidianas  presentes no sistema educativo e nas instituições aprofundam cada vez mais a  fratura social\u003c/strong\u003e. Cerca de 70 universidades públicas estaduais e federais  que aderiram à política de cotas sem esperar a Lei ainda em tramitação no Senado  entenderam a importância e a urgência dessa política. Acontece que essas  universidades não são dirigidas por negros, mas por compatriotas brancos que  entendem que não se trata do problema do negro, mas sim do problema da  sociedade, do seu problema como cidadão brasileiro. Podemos dizer que todos  esses brancos no comando das universidades querem também racializar o Brasil,  suprimir os mestiços e incentivar os conflitos raciais? Afinal, podemos  localizar os linchamentos e massacres raciais nos Estados onde se encontram as  sedes das universidades que aderiram às cotas? Tudo não passa de fabulações dos  que gostariam de manter o \u003ci\u003estatus quo\u003c/i\u003e e que inventam argumentos que  horrorizam a sociedade. Quem está ganhando com as cotas? Apenas os alunos negros  ou a sociedade como um todo? Quem ingressou através das cotas? Apenas os alunos  negros e indígenas ou entraram também estudantes brancos da escola  pública?\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e Concluindo,  penso que existe um debate na sociedade que envolve pensamentos, filosofias e  representações do mundo, ideologias e formações diferentes. Esse pluralismo é  socialmente saudável, na medida em que pode contribuir para a conscientização de  seus membros sobre seus problemas e auxiliar a quem de direito, o legislador e o  executivo, na tomada de decisões esclarecidas. Este debate se resume a duas  abordagens dualistas. A primeira compreende todos aqueles que se inscrevem na  ótica essencialista, segundo a qual a humanidade é uma natureza ou uma essência  e como tal possui uma identidade genérica que faz de todo ser humano um animal  racional diferente dos demais animais. Eles afirmam que existe uma natureza  comum a todos os seres humanos em virtude da qual todos têm os mesmos direitos,  independentemente de suas diferenças de idade, sexo, raça, etnias, cultura,  religião, etc. Trata-se de uma defesa clara do universalismo ou do humanismo  abstrato, concebido como democrático. Considerando a categoria raça como uma  ficção, eles advogam o abandono deste conceito e sua substituição pelos  conceitos mais cômodos, como o de etnia. De fato, eles se opõem ao  reconhecimento público das diferenças entre brancos e não brancos. Aqui temos um  antirracismo de igualdade que defende os argumentos opostos ao antirracismo de  diferença. As melhores políticas públicas, capazes de resolver as mazelas e as  desigualdades da sociedade, deveriam ser somente macro-sociais ou  universalistas. Qualquer proposta de ação afirmativa vinda do Estado que  introduza as diferenças para lutar contra as desigualdades, é considerada, nessa  abordagem, como um reconhecimento oficial das raças e, conseqüentemente, como  uma racialização do Brasil, cuja característica dominante é a mestiçagem. Ou, em  outras palavras, as políticas de reconhecimento das diferenças poderão  incentivar os conflitos raciais que, segundo dizem, nunca existiram. Assim  sendo, a política de cotas é uma ameaça à mistura racial, ao ideal da paz  consolidada pelo mito de democracia racial, etc. \u003cstrong\u003eEu pergunto se alguém  pode se tornar racista pelo simples fato de assumir sua branquitude, amarelitude  ou negritude?\u003c/strong\u003e Como se identifica então o geógrafo Demétrio: branco,  negro, mestiço ou Demétrio indefinido? Pelo que me consta, ele se identifica  como branco, mas não aceita que os negros e seus descendentes mestiços se  identifiquem como tais e lutem por seus direitos num país onde são as grandes  vítimas do racismo. A menos que ele negue a existência das práticas racistas no  cotidiano brasileiro, e as diferenças de cor, sexo, classe e religiões que  exigiriam políticas diferenciadas.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eA  segunda abordagem reúne todos aqueles que se inscrevem na postura nominalista ou  construcionista, ou seja, os que se contrapõem ao humanismo abstrato e ao  universalismo, rejeitando uma única visão do mundo em que não se integram as  diferenças. Eles entendem o racismo como produção do imaginário destinado a  funcionar como uma realidade a partir de uma dupla visão do outro diferente,  isto é, do seu corpo mistificado e de sua cultura também mistificada. O outro  existe primeiramente por seu corpo antes de se tornar uma realidade social.  \u003cstrong\u003eNeste sentido, se a raça não existe biologicamente, histórica e  socialmente ela é dada, pois no passado e no presente ela produz e produziu  vítimas.\u003c/strong\u003e Apesar do racismo não ter mais fundamento científico, tal como  no século XIX, e não se amparar hoje em nenhuma legitimidade racional, essa  realidade social da raça que continua a passar pelos corpos das pessoas não pode  ser ignorada.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e  \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003ci\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eGrosso  modo, \u003c/span\u003e\u003c/i\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eeis as  duas abordagens essenciais que dividem intelectuais, estudiosos, midiáticos,  ativistas e políticos, não apenas no Brasil, mas no mundo todo. Ambas produzem  lógicas e argumentos inteligíveis e coerentes, numa visão que eu considero  maniqueísta. Poderão as duas abordagens se cruzar em algum ponto em vez de se  manter indefinidamente paralelas? Essa posição maniqueísta reflete a própria  estrutura opressora do racismo, na medida em que os cidadãos se sentem forçados  a escolher a todo momento entre a negação e a afirmação da diferença. A melhor  abordagem seria aquela que combina a aceitação da identidade humana genérica com  a aceitação da identidade da diferença. Para ser um cidadão do mundo, é preciso  ser, antes de mais nada, um cidadão de algum lugar, observou Milton Santos num  de seus textos. A cegueira para com a cor é uma estratégia falha para se lidar  com a luta antirracista, pois não permite a autodefinição dos oprimidos e  institui os valores do grupo dominante e, conseqüentemente, ignora a realidade  da discriminação cotidiana. A estratégia que obriga a tornar as diferenças  salientes em todas as circunstâncias obriga a negar as semelhanças e impõe  expectativas restringentes.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:10pt;\" \u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp  style\u003d\"text-align: justify;font-family:arial;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eSe a  questão fundamental é como combinar a semelhança com a diferença para podermos  viver harmoniosamente, sendo iguais e diferentes, por que não podemos também  combinar as políticas universalistas com as políticas diferencialistas? Diante  do abismo em matéria de educação superior, entre brancos e negros, brancos e  índios, e levando-se em conta outros indicadores socioeconômicos provenientes  dos estudos estatísticos do IBGE e do IPEA, os demais índices do Desenvolvimento  Humano provenientes dos estudos do PNUD, as políticas de ação afirmativa se  impõem com urgência, sem que se abra mão das políticas  macrossociais.\u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e  \u003c/span\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:10pt;\" \u003e\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003c/div\u003e\u003cp face\u003d\"arial\" style\u003d\"text-align: justify;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003e\u003cstrong\u003eNão  conheço nenhum defensor das cotas que se oponha à melhoria do ensino  público\u003c/strong\u003e. Pelo contrário, os que criticam as cotas e as políticas  diferencialistas se opõem categoricamente a qualquer política de diferença por  considerá-las a favor da racialização do Brasil. As leis para a regularização  dos territórios e das terras das comunidades quilombolas, de acordo com o artigo  68 da Constituição, as leis 10639/03 e 11645/08 que tornam obrigatório o ensino  da história da África, do negro no Brasil e dos povos indígenas; as políticas de  saúde para doenças específicas da população negra como a anemia falciforme,  etc., tudo isso é considerado como racialização do Brasil, e virou motivo de  piada.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cp face\u003d\"arial\" style\u003d\"text-align: justify;\"\u003e\u003cbr /\u003e\u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);\"\u003e \u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/p\u003e\u003cdiv style\u003d\"text-align: justify; font-family: arial;\"\u003e \u003cspan style\u003d\"font-size:100%;\"\u003e\u003cspan style\u003d\"color: rgb(68, 68, 68);font-size:11.5pt;\" \u003eConvido  o geógrafo Demétrio Magnoli a ler o que escrevi sobre o negro no Brasil antes de  se lançar desesperadamente em críticas insensatas e graves acusações. Se  porventura ele identificar algum traço de defesa do racismo científico em meus  textos, se encontrar algum projeto ou plano de ação para suprimir os mestiços e  racializar o Brasil, já que ele me acusa de ícone desse projeto, ele poderia me  processar na justiça brasileira, em vez de inventar fábulas que não condizem com  minha tradicionalmente pública e costumeira postura.\u003c/span\u003e\u003c/span\u003e\u003c/div\u003e\u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003chr 'style:color:#999'/\u003e\nEste artigo pertence ao \u003ca href\u003d\"http://berimblog.blogspot.com\"\u003eBerimblog\u003c/a\u003e.\u003cbr/\u003e\nPlágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224173475936304427-1407577162254154878?l\u003dwww.berimblog.com.br' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://www.berimblog.com.br/feeds/1407577162254154878/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2009/07/professor-kabengele-munanga-rebate.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/1407577162254154878"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/1407577162254154878"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2009/07/professor-kabengele-munanga-rebate.html","title":"Professor Kabengele Munanga rebate \"Monstros tristonhos\""}],"author":[{"name":{"$t":"PAULO MENEZES (Mestre Paulão)"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/10552223650897335899"},"email":{"$t":"mestrepaulaoriobrasil@gmail.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"09919559395688773000"}}],"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-6224173475936304427.post-8855241054004981265"},"published":{"$t":"2008-11-20T16:40:00.001-02:00"},"updated":{"$t":"2008-11-20T16:41:21.874-02:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Cotas nas Univerisdades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Políticas Públicas"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"IBGE"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Universidades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Dia da Consciência Negra"}],"title":{"type":"text","$t":"Câmara aprova cotas raciais em universidades públicas"},"content":{"type":"html","$t":"\u003cp\u003ePriscilla Mazenotti*   \u003cbr /\u003e\u003ci\u003eRep\u0026#243;rter da Ag\u0026#234;ncia Brasil\u003c/i\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003eBras\u0026#237;lia - No dia da Consci\u0026#234;ncia Negra, a C\u0026#226;mara dos Deputados aprovou projeto que estabelece cotas raciais e sociais nas universidades p\u0026#250;blicas federais de todo o pa\u0026#237;s.\u003c/p\u003e  \u003cp\u003ePelo texto, 50% das vagas nas universidades ser\u0026#227;o reservadas para alunos vindos de escolas p\u0026#250;blicas. Metade dessas vagas ser\u0026#225; distribu\u0026#237;da de acordo com crit\u0026#233;rios raciais e estabelecidas proporcionalmente de acordo com a distribui\u0026#231;\u0026#227;o populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u0026#237;stica (IBGE). A outra metade ser\u0026#225; distribu\u0026#237;da de acordo com a renda familiar \u003ci\u003eper capita\u003c/i\u003e que deve ser menor que um sal\u0026#225;rio m\u0026#237;nimo e meio.\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u0026quot;O Dia da Consci\u0026#234;ncia Negra contribuiu para que eu tivesse a iniciativa de colocar essa mat\u0026#233;ria em pauta. Ela contempla todo o conte\u0026#250;do de justi\u0026#231;a social e de etnia\u0026quot;, disse o presidente da C\u0026#226;mara, Arlindo Chinaglia (PT-SP).\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e   \u003cp\u003e*A mat\u0026#233;ria foi alterada para esclarecimento de informa\u0026#231;\u0026#245;es\u003c/p\u003e Fonte: \u003ca href\u003d\"http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/11/20/materia.2008-11-20.1094081139/view\"\u003eAg\u0026#234;ncia Brasil\u003c/a\u003e\u003c/p\u003e  \u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003chr 'style:color:#999'/\u003e\nEste artigo pertence ao \u003ca href\u003d\"http://berimblog.blogspot.com\"\u003eBerimblog\u003c/a\u003e.\u003cbr/\u003e\nPlágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224173475936304427-8855241054004981265?l\u003dwww.berimblog.com.br' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://www.berimblog.com.br/feeds/8855241054004981265/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/11/cmara-aprova-cotas-raciais-em.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/8855241054004981265"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/8855241054004981265"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/11/cmara-aprova-cotas-raciais-em.html","title":"Câmara aprova cotas raciais em universidades públicas"}],"author":[{"name":{"$t":"Liga de Capoeira do Estado do RJ"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/07459962295624090693"},"email":{"$t":"ligadecapoeiradorj@gmail.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"00822572707593752428"}}],"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-6224173475936304427.post-2508511069439645280"},"published":{"$t":"2008-11-17T13:23:00.001-02:00"},"updated":{"$t":"2008-11-17T13:24:42.430-02:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Etnia"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Universidade"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"UNB"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Vestibular"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Indígenas"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Universidades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Raça"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"FUNAI"}],"title":{"type":"text","$t":"Vestibular para indígenas na UnB"},"content":{"type":"html","$t":"\u003cp align\u003d\"justify\"\u003eADMISS\u0026#195;O    \u003cbr /\u003eVestibular para ind\u0026#237;genas na UnB     \u003cbr /\u003eUniversidade de Bras\u0026#237;lia e Funai destinam 20 vagas em cinco cursos de gradua\u0026#231;\u0026#227;o da institui\u0026#231;\u0026#227;o. Inscri\u0026#231;\u0026#245;es poder\u0026#227;o ser feitas at\u0026#233; 15 de dezembro\u003c/p\u003e  \u003cp align\u003d\"justify\"\u003eA Universidade de Bras\u0026#237;lia (UnB) e a Funda\u0026#231;\u0026#227;o Nacional do \u0026#205;ndio (Funai) realizam, pela terceira vez, o processo seletivo destinado a estudantes ind\u0026#237;genas. Os interessados poder\u0026#227;o disputar uma das 20 vagas oferecidas, divididas entre o 1\u0026#186; e o 2\u0026#186; semestre de 2009, nos cursos de Agronomia, Enfermagem e Obstetr\u0026#237;cia, Engenharia Florestal, Medicina e Nutri\u0026#231;\u0026#227;o. As inscri\u0026#231;\u0026#245;es estar\u0026#227;o abertas de 15 de novembro a 15 de dezembro e podem ser feitas na sede da Funai, em Bras\u0026#237;lia (DF), e nas unidades regionais da institui\u0026#231;\u0026#227;o.\u003c/p\u003e  \u003cp align\u003d\"justify\"\u003eAs provas ser\u0026#227;o aplicadas pelo Centro de Sele\u0026#231;\u0026#227;o e de Promo\u0026#231;\u0026#227;o de Eventos da Universidade de Bras\u0026#237;lia (Cespe/UnB) no dia 17 de janeiro de 2009, no turno da tarde. O vestibular ser\u0026#225; aplicado nos p\u0026#243;los regionais de Bel\u0026#233;m (PA), Bras\u0026#237;lia (DF), Governador Valadares (MG), Jo\u0026#227;o Pessoa (PB), Macei\u0026#243; (AL), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC). Para se inscrever, \u0026#233; preciso apresentar os documentos exigidos no    \u003cbr /\u003ecomunicado de abertura.\u003c/p\u003e  \u003cp align\u003d\"justify\"\u003eOutras informa\u0026#231;\u0026#245;es podem ser obtidas no endere\u0026#231;o eletr\u0026#244;nico \u003ca href\u003d\"http://www.cespe.unb.br/concursos/conveniofunai_unb2009\"\u003ewww.cespe.unb.br/concursos/conveniofunai_unb2009\u003c/a\u003e. Os candidatos far\u0026#227;o provas objetivas e de reda\u0026#231;\u0026#227;o. As provas objetivas consistir\u0026#227;o de 50 itens de l\u0026#237;ngua portuguesa e literaturas de l\u0026#237;ngua portuguesa e outros 50 itens de matem\u0026#225;tica. A prova de reda\u0026#231;\u0026#227;o pedir\u0026#225; a produ\u0026#231;\u0026#227;o de um texto descritivo, narrativo, expositivoargumentativo ou instrucional.\u003c/p\u003e  \u003cp align\u003d\"justify\"\u003e\u003cstrong\u003eCONV\u0026#202;NIO\u003c/strong\u003e \u0026#8211; O processo seletivo \u0026#233; resultado do conv\u0026#234;nio entre a UnB e a Funai, firmado em mar\u0026#231;o de 2004 e faz parte do Plano de Metas para a Integra\u0026#231;\u0026#227;o Social, \u0026#201;tnica e Racial da UnB. O plano estabelece, em linhas gerais, que a institui\u0026#231;\u0026#227;o se responsabiliza pela disponibiliza\u0026#231;\u0026#227;o das vagas \u0026#8211; que podem chegar a     \u003cbr /\u003e20 por ano \u0026#8211; e pelo apoio acad\u0026#234;mico necess\u0026#225;rio aos estudantes. J\u0026#225; a Funai indica os cursos de interesse das comunidades ind\u0026#237;genas, encaminha os candidatos e proporciona aux\u0026#237;lio que garanta a manuten\u0026#231;\u0026#227;o dos aprovados em Bras\u0026#237;lia.\u003c/p\u003e  \u003cp align\u003d\"justify\"\u003eOs cursos s\u0026#227;o escolhidos levando em conta a necessidade de profissionais da \u0026#225;rea nas comunidades ind\u0026#237;genas. Na UnB, os estudantes aprovados recebem acompanhamento do Servi\u0026#231;o de Orienta\u0026#231;\u0026#227;o ao Universit\u0026#225;rio (SOU), al\u0026#233;m de apoio psicopedag\u0026#243;gico individualizado e orienta\u0026#231;\u0026#227;o acad\u0026#234;mica durante o curso.\u003c/p\u003e  \u003cp align\u003d\"justify\"\u003e   \u003cp\u003e\u003cstrong\u003eCONTATO        \u003cbr /\u003e\u003c/strong\u003eOutras informa\u0026#231;\u0026#245;es no endere\u0026#231;o eletr\u0026#244;nico       \u003cbr /\u003e\u003ca href\u003d\"http://www.cespe.unb.br/vestibular/conveniofunai_unb2009\"\u003ewww.cespe.unb.br/vestibular/conveniofunai_unb2009\u003c/a\u003e ou na Central de Atendimento do Cespe/UnB, de segunda a sexta, das 8h \u0026#224;s 19h \u0026#8211; Campus Universit\u0026#225;rio Darcy Ribeiro, Edif\u0026#237;cio Sede do Cespe/UnB \u0026#8211; pelo telefone (61) 3448 0100.\u003c/p\u003e Fonte: \u003cstrong\u003e\u003ca href\u003d\"www.cespe.unb.br/vestibular/conveniofunai_unb2009\"\u003eCESPE/UNB\u003c/a\u003e\u003c/strong\u003e\u003c/p\u003e  \u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003chr 'style:color:#999'/\u003e\nEste artigo pertence ao \u003ca href\u003d\"http://berimblog.blogspot.com\"\u003eBerimblog\u003c/a\u003e.\u003cbr/\u003e\nPlágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224173475936304427-2508511069439645280?l\u003dwww.berimblog.com.br' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://www.berimblog.com.br/feeds/2508511069439645280/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/11/vestibular-para-indgenas-na-unb.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/2508511069439645280"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/2508511069439645280"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/11/vestibular-para-indgenas-na-unb.html","title":"Vestibular para indígenas na UnB"}],"author":[{"name":{"$t":"Liga de Capoeira do Estado do RJ"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/07459962295624090693"},"email":{"$t":"ligadecapoeiradorj@gmail.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"00822572707593752428"}}],"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-6224173475936304427.post-3684843593833219513"},"published":{"$t":"2008-11-15T15:10:00.001-02:00"},"updated":{"$t":"2008-11-15T15:10:16.794-02:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Moçambique"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Educação Ambiental"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Universidade"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Guiné-Bissau"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Cabo Verde"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"São Tomé e Príncipe"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Angola"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"afro-brasileira"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Universidades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Portugal"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Educação"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Timor Leste"}],"title":{"type":"text","$t":"Trabalho aprova criação da universidade luso-afro-brasileira"},"content":{"type":"html","$t":"\u003cp\u003eTrabalho aprova cria\u0026#231;\u0026#227;o da universidade luso-afro-brasileira\u003c/p\u003e  \u003cp\u003eA Comiss\u0026#227;o de Trabalho, de Administra\u0026#231;\u0026#227;o e Servi\u0026#231;o P\u0026#250;blico aprovou, na quarta-feira (12), o Projeto de Lei \u003ca href\u003d\"http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk\u003d126330\"\u003e\u003cb\u003e3891/08\u003c/b\u003e\u003c/a\u003e, do Executivo, que cria a Universidade Federal da Integra\u0026#231;\u0026#227;o Luso-Afro-Brasileira (Unilab). O objetivo da institui\u0026#231;\u0026#227;o ser\u0026#225; formar recursos humanos que possam desenvolver a integra\u0026#231;\u0026#227;o entre o Brasil e os demais pa\u0026#237;ses da Comunidade dos Pa\u0026#237;ses de L\u0026#237;ngua Portuguesa (CPLP), especialmente os africanos. Al\u0026#233;m do Brasil, integram a CPLP: Angola, Cabo Verde, Guin\u0026#233;-Bissau, Mo\u0026#231;ambique, Portugal, S\u0026#227;o Tom\u0026#233; e Pr\u0026#237;ncipe e Timor Leste.\u003c/p\u003e  \u003cp\u003eOs cursos da Unilab ser\u0026#227;o ministrados preferencialmente em \u0026#225;reas de interesse m\u0026#250;tuo do Brasil e dos demais pa\u0026#237;ses da CPLP, com \u0026#234;nfase em temas que envolvam forma\u0026#231;\u0026#227;o de professores, desenvolvimento agr\u0026#225;rio, processos de gest\u0026#227;o e sa\u0026#250;de p\u0026#250;blica, entre outros.\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u003cb\u003eEduca\u0026#231;\u0026#227;o ambiental\u003c/b\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003eO relator, deputado Eudes Xavier (PT-CE), recomendou a aprova\u0026#231;\u0026#227;o da mat\u0026#233;ria com emenda que incluiu a educa\u0026#231;\u0026#227;o ambiental entre os cursos preferenciais da universidade. A altera\u0026#231;\u0026#227;o, segundo o parlamentar, vai ao encontro de uma proposta educacional contempor\u0026#226;nea que contempla uma nova vis\u0026#227;o na rela\u0026#231;\u0026#227;o dos seres humanos com o ambiente.\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u0026quot;Ao criar a Universidade Federal da Integra\u0026#231;\u0026#227;o Luso-Afro-Brasileira, o Brasil mais uma vez toma a dianteira no sentido de aprofundar as rela\u0026#231;\u0026#245;es com os demais pa\u0026#237;ses do bloco, em especial aqueles situados na \u0026#193;frica, visando \u0026#224; redu\u0026#231;\u0026#227;o das desigualdades sociais e ao desenvolvimento das na\u0026#231;\u0026#245;es envolvidas\u0026quot;, afirmou Xavier. \u003c/p\u003e  \u003cp\u003eA Unilab ser\u0026#225; instalada na cidade de Reden\u0026#231;\u0026#227;o (CE), a 63 km de Fortaleza. Reden\u0026#231;\u0026#227;o foi a primeira cidade brasileira a libertar todos os escravos, em 1883. Atualmente, a cidade tem cerca de 26 mil habitantes, segundo dados da prefeitura.   \u003cbr /\u003e\u003cb\u003eTramita\u0026#231;\u0026#227;o\u003c/b\u003e    \u003cbr /\u003eO projeto ainda ser\u0026#225; analisado, em \u003ca href\u003d\"http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk\u003d109932\"\u003e\u003cb\u003ecar\u0026#225;ter conclusivo\u003c/b\u003e\u003c/a\u003e, pelas comiss\u0026#245;es de Educa\u0026#231;\u0026#227;o e Cultura; de Finan\u0026#231;as e Tributa\u0026#231;\u0026#227;o; e de Constitui\u0026#231;\u0026#227;o e Justi\u0026#231;a e de Cidadania.    \u003cbr /\u003e\u003cb\u003eNot\u0026#237;cias anteriores:\u003c/b\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u003ca href\u003d\"http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk\u003d124887\"\u003e\u003cb\u003eComiss\u0026#227;o aprova cria\u0026#231;\u0026#227;o da universidade latino-americana\u003c/b\u003e\u003c/a\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u003ca href\u003d\"http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk\u003d122006\"\u003e\u003cb\u003eComiss\u0026#227;o analisa cria\u0026#231;\u0026#227;o de universidade do Mercosul \u003c/b\u003e\u003c/a\u003e\u003cb\u003e\u003c/b\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u003cb\u003e\u003c/b\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u003cb\u003eReportagem - Oscar Telles\u003c/b\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u003cb\u003eEdi\u0026#231;\u0026#227;o - Newton Ara\u0026#250;jo Jr.\u003c/b\u003e\u003c/p\u003e  \u003cp\u003e\u003cb\u003e\u003cfont color\u003d\"#008000\"\u003eFonte:\u003c/font\u003e      \u003cbr /\u003e\u003c/b\u003eAg\u0026#234;ncia C\u0026#226;mara\u003c/p\u003e  \u003cp\u003eTel. (61) 3216.1851/3216.1852\u003c/p\u003e  \u003cp\u003eFax. (61) 3216.1856\u003c/p\u003e  \u003cp\u003eE-mail:\u003ca href\u003d\"mailto:agencia@camara.gov.br\"\u003eagencia@camara.gov.br\u003c/a\u003e\u003c/p\u003e  \u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003chr 'style:color:#999'/\u003e\nEste artigo pertence ao \u003ca href\u003d\"http://berimblog.blogspot.com\"\u003eBerimblog\u003c/a\u003e.\u003cbr/\u003e\nPlágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224173475936304427-3684843593833219513?l\u003dwww.berimblog.com.br' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://www.berimblog.com.br/feeds/3684843593833219513/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/11/trabalho-aprova-criao-da-universidade.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/3684843593833219513"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/3684843593833219513"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/11/trabalho-aprova-criao-da-universidade.html","title":"Trabalho aprova criação da universidade luso-afro-brasileira"}],"author":[{"name":{"$t":"Liga de Capoeira do Estado do RJ"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/07459962295624090693"},"email":{"$t":"ligadecapoeiradorj@gmail.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"00822572707593752428"}}],"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"0"}},{"id":{"$t":"tag:blogger.com,1999:blog-6224173475936304427.post-5263339210565529827"},"published":{"$t":"2008-10-28T11:09:00.001-02:00"},"updated":{"$t":"2008-10-28T11:09:47.250-02:00"},"category":[{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"africana"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Capoeira Angola"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"mestres"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Educadores"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"patrimônio"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Palestras"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"afro-brasileira"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"festa"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Esporte"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Estudantes"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"cultura"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Professores"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Educação Física"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Consciência Negra"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"Universidades"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"capoeiragem"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"capoeira"},{"scheme":"http://www.blogger.com/atom/ns#","term":"eventos"}],"title":{"type":"text","$t":"ENCONTRO DE CAPOEIRA DOS ALUNOS DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UFRJ"},"content":{"type":"html","$t":"\u003cp\u003e   \u003cp\u003e     \u003cp\u003e       \u003cdiv align\u003d\"justify\"\u003e         \u003cp\u003e           \u003cp\u003eRecebemos atrav\u0026#233;s da Rede 3Setor convite para participar do Encontro de Capoeira dos Alunos da Escola de Educa\u0026#231;\u0026#227;o F\u0026#237;sica e Desportos da UFRJ e ficamos felizes por isso, porque participamos, durante muitos anos, deste encontro, quando o mesmo era realizado pelo saudoso Mestre de Capoeira e Professor da UFRJ Gilberto Oscaranha. \u003c/p\u003e            \u003cp\u003e             \u003cdiv align\u003d\"right\"\u003e               \u003cp\u003eMestre Paul\u0026#227;o\u003c/p\u003e             \u003c/div\u003e           \u003c/p\u003e         \u003c/p\u003e       \u003c/div\u003e     \u003c/p\u003e     \u003cem\u003e\u003cstrong\u003eAbaixo a programa\u0026#231;\u0026#227;o do encontro\u003c/strong\u003e\u003c/em\u003e\u003c/p\u003e    \u003cp\u003e     \u003cp\u003e*CONVITE*\u003c/p\u003e      \u003cp\u003e       \u003cp\u003eENCONTRO DE CAPOEIRA DOS ALUNOS DA ESCOLA DE EDUCA\u0026#199;\u0026#195;O F\u0026#205;SICA E DESPORTOS DA UFRJ         \u003cbr /\u003eLocal: EEFD - UFRJ - Av. Carlos Chagas, n\u0026#186;. 540 Cidade Universit\u0026#225;ria - Ilha          \u003cbr /\u003edo Fund\u0026#227;o - Rio de Janeiro          \u003cbr /\u003eTel.: 2562-6810 - \u003ca href\u003d\"mailto:lutas@eefd.ufrj.br\"\u003elutas@eefd.ufrj.br\u003c/a\u003e -          \u003cbr /\u003e\u003ca href\u003d\"http://www.eefd.ufrj.br/\"\u003ehttp://www.eefd.ufrj.br\u003c/a\u003e - Organiza\u0026#231;\u0026#227;o: Depto. de Lutas - EEFD - UFRJ.          \u003cbr /\u003eEntrada Franca.          \u003cbr /\u003e\u003cstrong\u003ePROGRAMA\u0026#199;\u0026#195;O:           \u003cbr /\u003e\u003c/strong\u003e*Dia 03/11 - Segunda - 11 h. - Audit\u0026#243;rio Maria Lenk*          \u003cbr /\u003e\u003cstrong\u003ePalestra:\u003c/strong\u003e \u0026quot;Origem da Esta\u0026#231;\u0026#227;o Primeira de Mangueira\u0026quot;          \u003cbr /\u003ePalestrante: Diretor Cultural Raphael de S\u0026#225; Marques.          \u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e        \u003cp\u003e         \u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePalestra: \u003c/strong\u003e\u0026quot;Capoeira Angola no Rio de Janeiro\u0026quot;             \u003cbr /\u003ePalestrante: Mestre Mano.            \u003cbr /\u003e*Dia 04/11 - Ter\u0026#231;a - 11 h. - Audit\u0026#243;rio Maria Lenk*            \u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e          \u003cp\u003e           \u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePalestra:\u003c/strong\u003e \u0026quot;Avan\u0026#231;o da Educa\u0026#231;\u0026#227;o F\u0026#237;sica Adaptada no Brasil\u0026quot;               \u003cbr /\u003ePalestrante: Prof\u0026#170; Ms. T\u0026#227;nia Werner.              \u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e            \u003cp\u003e             \u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePalestra:\u003c/strong\u003e \u0026quot;Capoeira, A\u0026#231;\u0026#227;o Social e Pr\u0026#225;tica\u0026quot;                 \u003cbr /\u003ePalestrante: Prof. Dr. Carmelino Souza Vieira.                \u003cbr /\u003e*Dia 05/11 - Quarta - 11 h. Gin\u0026#225;sio de Lutas *                \u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e              \u003cp\u003e               \u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEncontro de Capoeira:                   \u003cbr /\u003e\u003c/strong\u003eMesa Redonda: Velha Guarda da Capoeira.                  \u003cbr /\u003eRoda Feminina e Roda Inclusiva;                  \u003cbr /\u003eMaculel\u0026#234; e Samba de Roda.                  \u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e                \u003cp\u003e                 \u003cp\u003e\u003cstrong\u003eCoordenadores:                     \u003cbr /\u003e\u003c/strong\u003eProf. Augusto Lopes (Mestre Baiano Anzol)                    \u003cbr /\u003eProf\u0026#170; Ms.Ros\u0026#226;ngela Ruffato                    \u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e                  \u003cp\u003e                   \u003cp\u003e\u003cstrong\u003eColaboradores:                       \u003cbr /\u003e\u003c/strong\u003eAlunos da EEFD - UFRJ 2008/2                      \u003cbr /\u003e\u003c/p\u003e                    \u003cp\u003e                     \u003cp\u003e                       \u003cp\u003e\u003cstrong\u003eParticipa\u0026#231;\u0026#227;o:                           \u003cbr /\u003e\u003c/strong\u003eProf. Ms. Nilo Pedro.\u003c/p\u003e                     \u003c/p\u003e                      \u003cp\u003e                       \u003cp\u003eAguardo, na medida do poss\u0026#237;vel, a presen\u0026#231;a, participa\u0026#231;\u0026#227;o e divulga\u0026#231;\u0026#227;o de todas e todos.\u003c/p\u003e                        \u003cp\u003e                         \u003cp\u003e                           \u003cbr /\u003eGrande abra\u0026#231;o, sauda\u0026#231;\u0026#245;es comunit\u0026#225;rias e solid\u0026#225;rias.\u003c/p\u003e                          \u003cp\u003e                           \u003cbr /\u003eElias Serafim.                            \u003cbr /\u003e(Aluno - EEFD - UFRJ).\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e\u003c/p\u003e  \u003cdiv class\u003d\"blogger-post-footer\"\u003e\u003chr 'style:color:#999'/\u003e\nEste artigo pertence ao \u003ca href\u003d\"http://berimblog.blogspot.com\"\u003eBerimblog\u003c/a\u003e.\u003cbr/\u003e\nPlágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.\u003cimg width\u003d'1' height\u003d'1' src\u003d'https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6224173475936304427-5263339210565529827?l\u003dwww.berimblog.com.br' alt\u003d'' /\u003e\u003c/div\u003e"},"link":[{"rel":"replies","type":"application/atom+xml","href":"http://www.berimblog.com.br/feeds/5263339210565529827/comments/default","title":"Postar comentários"},{"rel":"replies","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/10/encontro-de-capoeira-dos-alunos-da.html#comment-form","title":"0 Comentários"},{"rel":"edit","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/5263339210565529827"},{"rel":"self","type":"application/atom+xml","href":"http://www.blogger.com/feeds/6224173475936304427/posts/default/5263339210565529827"},{"rel":"alternate","type":"text/html","href":"http://www.berimblog.com.br/2008/10/encontro-de-capoeira-dos-alunos-da.html","title":"ENCONTRO DE CAPOEIRA DOS ALUNOS DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTOS DA UFRJ"}],"author":[{"name":{"$t":"Liga de Capoeira do Estado do RJ"},"uri":{"$t":"http://www.blogger.com/profile/07459962295624090693"},"email":{"$t":"ligadecapoeiradorj@gmail.com"},"gd$extendedProperty":{"xmlns$gd":"http://schemas.google.com/g/2005","name":"OpenSocialUserId","value":"00822572707593752428"}}],"thr$total":{"xmlns$thr":"http://purl.org/syndication/thread/1.0","$t":"0"}}]}});